28 de junho de 1945, nascia em Salvador, na Bahia, Raul Santos Seixas, filho de Raul Varela Seixas e Maria Eugenia Santos Seixas, um menino que anos mais tarde revolucionaria o rock and roll, o primeiro a fazer realmente o rock brasileiro e não somente rock no Brasil, como estávamos acostumados.

Um revolucionário, a mosca na sopa da ditadura, a metamorfose ambulante do rock, o eterno cowboy fora da lei. E nós não podíamos deixar de expressar nossa sincera homenagem ao nosso ídolo, que se estivesse vivo, completaria 70 anos de rebeldia e inquietação.
Talvez o Brasil esteja precisando de novos ídolos, inquietos com o período caótico em que estamos passamos, ou seguir o conselho de Raul e alugar o Brasil, ao invés de alimentarmos falsas esperanças com os pastores João, que estão a nossa volta, devemos repensar o hoje e agir enquanto é tempo, o povo tem a força, só não sabe como usa-la, temos que deixar de ser manipulados pelo sistema ter nossas próprias opiniões.
Long Live Raul!!!


Há 40 anos atrás, no dia 11 de janeiro de 1975, estreava a primeira edição do Hollywood Rock, foi uma edição mais modesta e não oficial. O festival durou quatro sábados, realizado no campo do Botafogo e contou com a participação dos principais artistas da época, Raul Seixas, Erasmo Carlos, Celly Campelo, O Peso, Vímana, Rita Lee & Tutti-frutti (a primeira apresentação de Rita Lee sem os Mutantes) e os Mutantes (Sem Rita Lee). O festival foi organizado pelo produtor musical e jornalista Nelson Motta, teve público estimado em 10 mil por noite e rendeu um disco com os melhores momentos dos shows, além de um documentário raríssimo chamado “Ritmo Alucinante” de Marcelo França (1976).
